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Como conquistar a autonomia da consciência?

A conquista da autonomia da consciência é resultado do conhecimento do funcionamento do código moral de leis e a sua repercussão em nossas vidas.

Somos seres convidados a desenvolver os três níveis de inteligência: cognitiva, emocional e consciencial. Agindo assim, poderemos saber como se dá o funcionamento das coisas materiais, intelectuais, psicológicas, emocionais, conscienciais etc.

O Universo é regido por leis físicas e morais. Para o cumprimento das leis físicas, Deus criou a matéria e, para o cumprimento das leis morais, criou o espírito.

No espírito, existe a força do significado da vontade de Deus. Essa vontade emana ininterruptamente em todos os átomos da criação, contudo somente o espírito pode interpretar a vontade de Deus e direcionar essa vontade com o significado do progresso no Universo.

Cada espírito guarda no código moral de leis a informação do cumprimento da vontade de Deus. Já está intrínseco nele mesmo o impulso para o cumprimento dessa vontade por meio da força endoevolutiva. Essa força é que produz no espírito o alcance da consciência de si mesmo desde o trânsito inicial da primitividade até o estado de Ser Consciencial, ou seja, com plena consciência de si mesmo.

Tudo quanto o espírito realize produz efeitos morais. Quando ele está bloqueado pela força do ego, os efeitos morais não alcançam a profunda realização e ele, então, não sente o sentido da vontade de Deus. Aprofunda, com isso, a ausência de sentido existencial.

Somos convidados a transmutar os sentimentos egoicos gradualmente, por meio do exercício das virtudes que trazemos ínsitas no cristo em potencial que somos, de modo a produzir sentido em nossas vidas.

O pensamento divino se irradia no núcleo crístico de cada ser, e esse pensamento irradiando por meio das leis de Deus movimenta por meio da força endoevolutiva a manifestação do cristo interno com toda a sua identidade.

A autonomia da consciência será exercitada nos dilemas conscienciais nos quais somos convidados a proceder escolhas conscienciais. O Cristo interior, que também chamamos de Ser Essencial no âmbito da Psicologia Consciencial, impulsiona-nos a realizar essas escolhas conscienciais. Para isso, é fundamental que o ego com a sua personalidade transitória esteja a serviço do Cristo interior, permitindo que o indivíduo transmute as tendências egoicas por meio do exercício das virtudes essenciais.

Leia também: 12 dicas para desenvolver a virtude da resiliência como objetivo de vida

Quanto mais fizermos esforços para superar os dilemas, maior será nossa inteligência consciencial, tomando decisões com base na verdade e não com base no que o ego deseja.

Quando fazemos escolhas conscienciais nos dilemas que vivenciamos ao longo da vida, experimentamos a gratidão consciencial e o sentimento de pertencimento ao Universo, que nos favorece a construção do sentimento de proteção essencial. Sentimo-nos gratos e protegidos por Deus, tornando-nos consciencialmente gratos a Ele por nos oferecer todos os recursos, inclusive o próprio código moral de leis, para realizar as ações que vão nos produzir sentido existencial com a consequente felicidade.

A construção do sentimento de proteção essencial é imprescindível no desenvolvimento da autonomia da consciência, porquanto os fatores psicológicos conflitivos levam o indivíduo a querer se assegurar por meio das expectativas egoicas, algo que lhe dê poder, força para superar o estado no qual ele, sentindo-se fragilizado diante da vida, quer vencer as próprias conjunturas que regulam a vida. No entanto, somos convidados não a vencer as conjunturas, mas a nos entregar a elas, àquilo que somos em essência, ao código moral de leis e a Deus, de modo que nas diversas conjunturas possamos agir de forma resiliente, cumprindo o nosso plano existencial.

Quando o indivíduo quer vencer as conjunturas de forma exterior em um processo de ilusão de controle, demostra a ausência da manifestação da fé convicta, porque toda tentativa dessa ação agressiva limita a ação e a entrega essencial.

Ao agir dessa maneira, como se devesse por si mesmo proteger-se no Universo e não se entregar à proteção essencial de Deus, o indivíduo cria um estado psicológico de insegurança muito grande, resultando em medo nas mais variadas manifestações.

O sentimento de proteção essencial é resultante sempre da entrega para o acionar o código moral de leis dentro de si mesmo, a começar pela liberdade do ser em se entregar ao esforço de produzir sentido existencial por meio do seu propósito e programa existenciais.

A partir dessa entrega, aprofundamos em nós o sentimento de pertencimento que vai produzir a felicidade que todos nós queremos. É essa a mais profunda conquista do exercício da inteligência consciencial – a conquista da autonomia da consciência –, tornando-nos pessoas repletas de alegria existencial, plenitude e felicidade.

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