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Como se libertar das doenças emocionais

Como se libertar das doenças emocionais

Neste artigo, refletiremos sobre a libertação da depressão e outras doenças emocionais pela prática das virtudes e seguindo o exemplo maior de virtudes que temos à nossa disposição, que é Jesus-Cristo, o arquétipo do Ser Consciencial.

A depressão, a ansiedade, o transtorno do pânico e outras doenças emocionais são resultado da prática constante de uma série de sentimentos egoicos negativos.

Portanto, somente se dispondo a desenvolver virtudes como o autoamor, a mansidão, a humildade, a aceitação, o autoperdão e o perdão ao próximo, a autorresponsabilidade, o sentimento de aprendiz, a compaixão, o otimismo, a alegria de viver etc., a pessoa depressiva irá se libertar da doença.

Com base nossa experiência ajudando centenas de pessoas depressivas a exercitar essas virtudes, podemos afirmar que isso é perfeitamente possível para você.

O primeiro passo para essa jornada é confiar que você pode trilhar esse caminho.

A seguir, oferecemos a você uma série de reflexões sobre como essa jornada para desenvolver as virtudes é trilhada.

A evolução do ser humano acontece a partir de um processo de autoconsciência, no qual ele toma a decisão de praticar virtudes que lhe tornam a vida repleta de sentido existencial.

As observações que temos feito como psicoterapeuta e facilitador de cursos em desenvolvimento pessoal há várias décadas é de que há em nós algo intrínseco que nos impulsiona a sermos pessoas cada vez melhores, mais éticas, amorosas.

Quando a pessoa não atende a esse impulso, natural surgem os conflitos conscienciais, que, com o tempo, caso não sejam resolvidos, tornam-se doenças emocionais, como a depressão.

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A partir de nossos estudos, podemos afirmar que esse impulso natural provém do Ser Essencial, que é o arquétipo da ordem, da harmonia.

Dele provém um estímulo para que desenvolvamos as virtudes cumprindo o código moral de leis.

Trata-se de uma força criada por Deus, ínsita em nós a nos convidar à evolução, que denominamos força endoevolutiva.

Para que esse estímulo seja eficaz, é fundamental que aceitemos o convite intrínseco, utilizando a nossa vontade, que gera uma segunda força, a autoevolutiva.

Quando tomamos essa decisão de evoluir, abrimos espaço para emergir o Ser Consciencial, ou seja, o Ser que resolve por se tornar plenamente consciente de que a sua felicidade será construída por ele mesmo.

Muitos poderão argumentar que essa visão é utópica e que a realidade é bem outra, que as pessoas em nossa sociedade desejam é viver na superficialidade e gozar a vida simplesmente.

Respeitamos quem ainda pensa assim, mas é essa superficialidade diante da vida que tem produzido um número cada vez maior de doentes emocionais, de pessoas depressivas vivendo sem sentido e sem direção, de ansiosos e angustiados, de suicídios, dentre outras calamidades sociais que vivenciamos por todo o planeta.

Somos, portanto, partícipe de uma minoria sim, mas que vem crescendo cada vez mais, que prefere enxergar com a clareza da luminescência do Sol a permanecer amarrada entre as nuvens escuras de um materialismo sem sentido.

Vivemos hoje um momento novo para despontar no coração dos seres a mais viva fé e a convicção inquebrantável nas verdades imortais, que hoje já não são patrimônio das religiões instituídas, mas objetos de estudo das ciências.

Por isso, apresentamos como modelo de virtudes para todos nós Jesus Cristo.

Jesus é um pensador incomum, um homem de conduta transcendente.

A sua posição no conceito da Psicologia Consciencial ultrapassa questões dogmáticas, teológicas, transitórias e territoriais.

Para desenvolver as virtudes, precisamos de referências, porquanto a prática das virtudes é algo muito trabalhoso, porque o ego ainda dita muito de nossa conduta.

É mais fácil enquanto estamos revestidos da personalidade transitória dar vazão aos sentimentos do ego, sejam os evidentes e/ou os mascarados.

Entretanto, a partir do momento em que despertamos para as questões conscienciais da vida, agir egoicamente traz muitos conflitos conscienciais, que nos geram muita dor.

Por isso, buscamos a exemplificação do Cristo para nos servir de referência para o esforço em praticar as virtudes e nos libertar dos conflitos e da dor.

Jesus praticou, quando esteve entre nós, atos muito acima da média e não se pode dizer que o meio o auxiliou, porquanto o meio nem preparado estava para as suas ideias e habilidades.

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Portanto, o Cristo representa na Terra o início da real compreensão do ser cósmico e transcendente, a ponte possível de o ser humano encontrar-se completamente com a sua essência transcendental.

Ele é, sem dúvida, a magna vivência do código moral de leis em todos os sentidos, um Ser que superou a personalidade, pois nenhum movimento do meio pôde abalar-lhe as convicções.

Várias teorias vigentes na Psicologia ainda propagam que o ser humano é produto do meio e que tudo que ele vivencia é o efeito de mecanismos biológicos e que ele nada mais é do que um organismo pensante.

Todavia, essa visão reducionista não explica uma série de fenômenos,  principalmente esse anseio que existe por uma sociedade mais ética e mais moralizada, que, apesar da superficialidade em que vivemos, é geral.

É paradoxal a existência de uma superficialidade social e, ao mesmo tempo, o anseio por uma sociedade mais ética e responsável para que tenhamos um mundo melhor para todos.

Todavia, quando analisamos esse fato pelo prisma da Psicologia Consciencial, não é tão paradoxal assim, pois trazemos ínsito em nós os estímulos que nos convidam a uma postura mais ética e moral.

Já temos os parâmetros para uma sociedade justa e ética, os quais nos foram legados por Jesus Cristo, que transcendeu o meio em que viveu, estabelecendo novos paradigmas de conduta a partir da sua própria exemplificação.

Jesus, portanto, é o arquétipo que todo ser humano, consciente ou subconscientemente, almeja ser e um dia será.

Os cientistas materialistas não consideram a exemplificação como um método.

Dizem que a exemplificação da conduta ética é apenas da alçada da moral ou alguns ainda professam, com ironia, da religião.

Todavia, a conduta, antes de tudo, é da alçada da psicologia do indivíduo, pois é a manifestação exterior, material do que existe interiormente e mentalmente.

Sendo assim, ninguém poderia se conduzir de determinada maneira que destoasse da sua habilidade e da sua autoridade psicológica.

Somente quem possua o psiquismo equilibrado e bem organizado pode responder ao meio acima do meio, senão seria apenas uma resposta condicionada.

O Cristo demonstrou ir além do meio e assim demonstrou ser uma consciência acima das conquistas humanas até a sua época, o que demonstra a transcendência de sua conduta.

O ser humano é convidado a se deparar com forças superiores as dele e, quando se reconhece essas forças, ele tem duas escolhas: entregar-se a elas com consciência dessa superioridade amorosa ou rebelar-se e negá-las, não podendo, entretanto, mudar os fatos como eles são.

A Psicologia Consciencial auxilia o ser humano a se entregar com consciência a essa força superior, a Fonte que criou toda a humanidade, tendo como modelo de virtudes, Jesus-Cristo.

A Psicologia Consciencial ajuda por meio de técnicas científicas e reflexões as pessoas depressivas a fazerem essa modelagem, de modo a se apoiarem no exemplo do Cristo e no fortalecimento com as energias divinas e, com isso, superarem gradualmente a depressão e outras doenças emocionais.

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