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O processo de individuação na abordagem psicológica consciencial

  As diversas psicoterapias, mesmo as de abordagem transpessoal, trabalham no sentido do fortalecimento do ego, devido ao viés materialista acerca do processo terapêutico.

 Dentro da abordagem da Psicologia Consciencial, em vez de fortalecer o ego, o psicoterapeuta irá conduzir o cliente a fortalecer o Ser Essencial, fazendo com que o ego seja um instrumento auxiliar para a individuação, ou seja, orientará o paciente a utilizar a personalidade em sintonia com o Ser Essencial para promover o processo de autotransformação.

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O processo de autotransformação

O indivíduo que quer realizar o seu processo de autotransformação, realizando o processo de individuação deve tomar situação de si, partindo da realidade em que se encontra objetivamente para aferir aquilo que merece mudança. Façamos uma analogia: Suponhamos que um indivíduo vai reformar a sua casa. É preciso que conheça bem a casa, a estrutura estética, externa, a infraestrutura, o sistema de encanamento, a rede elétrica para saber ineficiências a serem trabalhadas. Uma vez tomado pé da situação ele estabelece prioridades dentro de sua capacidade econômica de reforma. No caso, o indivíduo vai, dentro de sua capacidade de escolha, estabelecer prioridades daquilo que ele vai modificar. Se ele está preocupado com o que os outros vão falar possivelmente ele irá trabalhar somente na fachada da casa, descuidando dos problemas de infraestrutura. São aqueles que tomando contato com as questões do ego criam as máscaras. Há aqueles que fazem paliativos, colocando coisas provisórias em detrimento das essenciais. E há os que fazem o que precisa ser feito. Então o processo de individuação seria exatamente  tomar contato com o que precisa ser transformado, por meio da conexão com o código moral e a prática das virtudes essenciais.

Ampliando a reflexão, o processo de individuação, ou seja, a autoiluminação vai acontecer a partir do momento que o próprio Ser percebe que existe uma parte de si mesmo que está focado no não valor do ego, pela não utilização das próprias características essenciais focadas nas virtudes primordiais do amor e da verdade.

Isto acontece quando o Ser desperta para a realidade do amor. Ele percebe que há uma parte que está destoando do todo, e, com isso, passa a querer que o todo esteja neste movimento, surgindo então o processo de individuação ou autoiluminação, que é a lei de evolução o convidando consciencialmente a fazer esforços de autotransformação.

 

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