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Você sabe qual a causa profunda da insegurança?

O primeiro chakra, quando equilibrado, tem como função manter a segurança do indivíduo, promovendo a manutenção de sua vida biológica e psicológica. É o chakra de preservação da vida e afirmação da pessoa no mundo de relação.

Está ligado aos instintos primários de sobrevivência, atuando como o principal agente da resposta de fuga ou luta, quando há algum perigo. Ele está relacionado ao medo de acontecer danos ao corpo físico, que coloquem em risco a vida da pessoa.

Psiquicamente, é responsável pela vontade de viver e de afirmar a sua capacidade diante das atribulações naturais da vida, constituindo-se esse processo no senso da realidade, que esse chakra é responsável.

Quando a energia está equilibrada, a pessoa manifesta uma vontade de viver, afirmando os seus valores. Quando surgem empecilhos em sua vida, busca se libertar deles, se precavendo de possíveis dificuldades, com prudência e tranquilidade.

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Uma pessoa segura, autoconfiante, diante dos problemas, busca a solução com naturalidade, colocando a sua capacidade à prova e aprendendo com os erros e acertos.

Tem um medo natural do desconhecido, pois é fruto do instinto de autopreservação, que é superado com os cuidados e pela prudência com que realiza as suas ações.

Quando esse chakra está inibido pela insegurança haverá uma hipoatividade que fará com que o indivíduo se sinta incapaz de se conduzir e se afirmar na vida.

A inibição do chakra torna a pessoa insegura, com medo de tudo e de todos, pois se acredita incapaz, o que a faz ficar acuada diante dos desafios naturais da vida.

Em grau extremo pode paralisar a pessoa, que fica com medo de vivenciar a própria vida, em uma suposta incapacidade. Essa paralisia acontece devido ao fato de ter muito medo de errar e sofrer por isso.

Essa característica gera uma dependência psicológica em relação à aprovação dos outros, que são utilizados para validar a atuação da pessoa insegura.

Quando esse chakra está congestionado pela temeridade haverá uma hiperatividade, ocasião em que o indivíduo não sente medo de nada, agindo de forma inconsequente e imprudente, colocando em risco a própria vida e, muitas vezes, a dos outros.

A pessoa age de forma imprudente e irresponsável, sem pensar nas consequências dos seus atos, para si e para os outros. Parece, para aqueles que observam a vida de um ângulo superficial, que elas são extremamente autoconfiantes, por não apresentarem medo de nada. Na realidade, essa autoconfiança é falsa, pois ser temerário não significa ser corajoso.

São pessoas que, em verdade, sentem um desprezo pela vida, e, por isso, se tornam temerárias.

Hoje em dia há todo um culto à temeridade – nos chamados esportes radicais e outros jogos –, que colocam em risco, a vida das pessoas, ou simulam situações de perigo, para que elas possam viver, segundo dizem, de “adrenalina”.

O primeiro chakra está ligado às glândulas suprarrenais que produzem, dentre outros hormônios, a adrenalina, para que haja a resposta luta ou fuga, necessária à preservação da vida em caso de perigo. Quando esse perigo é real saber lidar com ele é uma questão de sobrevivência.

Os perigos artificiais

O problema é que hoje, cada vez mais, as pessoas, especialmente jovens, têm criado perigos artificiais – para que haja uma hiperatividade do primeiro chakra, e da secreção de adrenalina –, como nos brinquedos de parque de diversão, que despencam de alturas inimagináveis, como se elas estivessem caindo em um abismo; os esportes radicais que, a cada dia, se tornam mais perigosos; os “rachas” que acontecem nas avenidas das grandes cidades, os jogos de computador repletos de violência etc. Com tal atitude as pessoas estão criando o chamado vício da adrenalina, um hormônio natural, cuja secreção se dá em condições específicas, que é hipersecretado com graves consequências para a saúde física e mental das pessoas.

Os sentimentos essenciais responsáveis pelo equilíbrio desse chakra são as virtudes da humildade e da mansidão. Por que humildade e mansidão? O que essas duas virtudes têm a ver com segurança? Elas geram a aceitação das coisas como elas são. A nossa realidade maior é a de sermos Espíritos imortais em evolução, por sermos aprendizes da Vida.

Há possibilidade de ser um aprendiz sem exercício de humildade e mansidão? Não! Somos criaturas divinas em processo de aprendizado. Somente fazendo exercícios de mansidão e de humildade vamos ter plena consciência dessa realidade, fato que gera a segurança de sermos Filhos de Deus, pertencentes ao Universo.

Quando temos plena consciência de quem somos desenvolveremos a autoconfiança, a confiança em Deus e a confiança na Vida, condições fundamentais para vivenciar a vida com equilíbrio, na qual temos consciência que somos perfectíveis, isto é, Espíritos em evolução aperfeiçoando-se até a perfeição relativa. Esse aperfeiçoamento somente vai acontecer por meio dos exercícios de mansidão e humildade.

Todas as dificuldades que nós criamos para a nossa vida vêm dos sentimentos egoicos responsáveis pelo desequilíbrio – orgulho e rebeldia.

Quando uma pessoa diz para si mesma: – Eu tenho que mudar, eu tenho que ser uma pessoa melhor, nem que me custe muitas lágrimas. Isso é positivo? Não! Isso é falso-positivo. Parece positivo, mas não o é, porque quando alguém diz isso não está realizando exercícios de humildade e de mansidão, e sim exercícios de orgulho e de rebeldia, por mais paradoxal que pareça.

Por que é exercício de orgulho e de rebeldia? Porque a pessoa não está aceitando que tem limitações, e por isso quer se obrigar a ser boa, sem aceitar-se como está naquele momento evolutivo. Ela quer se tornar virtuosa sem passar pela transformação do vício egoico.

A humildade é uma virtude em que a pessoa reconhece a sua pequenez e ao mesmo tempo a sua grandeza. Como Espíritos ignorantes que ainda somos, convidados a evoluir, somos muito pequenos, diante de um Universo incomensurável, e ao mesmo tempo somos grandes devido ao potencial do Espírito iluminado que carregamos dentro de nós.

Não existe transformação sem o reconhecimento da ignorância para transformá-la gradativamente. Por isso, são necessárias a humildade e a sua companheira fiel a mansidão para aceitar essa realidade plenamente.

O orgulho e a rebeldia são vícios morais que ainda trazemos dentro de nós. A humildade e a mansidão são virtudes essenciais que temos em potencial, que podem estar mais ou menos desenvolvidas. Como é que podemos desenvolver uma virtude essencial sem aceitar que temos o sentimento egoico correspondente? É claro que isso não é possível.

Portanto, é fundamental para a pessoa que quer se tornar melhor, aceitar humildemente que traz o orgulho dentro de si, que a faz querer ser uma pessoa virtuosa de uma hora para outra, fazendo com que ela nutra uma onipotência e prepotência até nesse desejo de mudar para melhor.

É importante que a pessoa que quer ser melhor, faça exercícios de humildade para aceitar a sua condição de ser humano, aprendiz da Vida, que está tendo a oportunidade de se transformar em um ser melhor, a partir da transformação interior.

Portanto, ao tomar consciência dessa realidade a pessoa diz para si mesma: – Eu quero ser uma pessoa melhor, mais consciente da minha condição de ser humano e, por isso reconheço que trago muitas imperfeições em mim mesma, contudo tenho a oportunidade de transformá-las, gradativamente, em oportunidades de crescimento interior. Com esse novo pensamento, realmente há um exercício de humildade e mansidão, no qual a pessoa se sente um aprendiz da Vida, em processo de evolução.

O desenvolvimento dos pensamentos nobres e das virtudes essenciais somente é possível por esse caminho. Da forma como a pessoa propôs, inicialmente, somente será possível o desenvolvimento das máscaras do ego, em um processo de subconsciência, e não de autoconsciência.

Se não aceitarmos que temos as limitações que ainda nos caracteriza, não vamos desenvolver as virtudes. Por isso, é fundamental o processo de escolha consciente para desenvolver os sentimentos virtuosos com suavidade e leveza.

 

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