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Você sabe qual a função do prazer em sua vida?

O segundo chakra, quando equilibrado, tem como função o prazer, desde os prazeres de ordem mais fisiológica, gerado pelo instinto de sobrevivência, como o sexo e o prazer da alimentação, até o prazer de viver e o prazer de se afirmar no mundo.

Há uma ligação direta com o primeiro chakra no que diz respeito à manutenção da vida, promovida pelo prazer que o sexo e a alimentação proporcionam. Se Deus não tivesse colocado o prazer nessas duas funções vitais não haveria a perpetuação da vida na reprodução e poderíamos morrer de inanição. Por isso, o prazer é sagrado em sua origem.

Do mesmo modo, existe o prazer psicoemocional de se afirmar no mundo, de ser capaz, de ser útil, de realizar a parte que nos cabe na criação de um mundo melhor para todos, a começar de nosso mundo íntimo.

As pessoas que têm uma relação sagrada com o prazer tornam-no cada vez menos sensual, a partir do desenvolvimento dos prazeres essenciais, ligados à estesia, como o da convivência amiga, de uma leitura edificante, de um passeio junto à natureza, de criar coisas boas, de ser cocriador no Universo, etc., prazeres que não as impedem de gozar, dentro do equilíbrio, o prazer de uma relação sexual e os prazeres de uma boa mesa.

Quando congestionado na hiperatividade, temos o apego ao prazer, o sensualismo, no qual o indivíduo abusa do prazer sensual, buscando-o a qualquer custo, por exemplo, através da sexolatria, da glutoneria, uso de drogas,  etc., trazendo muitos prejuízos para si e a outras pessoas.

As pessoas que se apegam ao prazer têm uma postura sensualista. Ainda estão extremamente voltadas para o ego, aos sentidos sensoriais, para a vida material. Vivem para usufruir o prazer.

Como essas pessoas estão voltadas para os prazeres sensuais não há espaço para os prazeres estésicos. Há um predomínio muito grande da matéria sobre os valores espirituais, e, por isso, estão muito distantes ainda dos prazeres essenciais ligados ao ato de viver.

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Quando inibido na hipoatividade, temos a aversão ao prazer, o puritanismo, no qual o indivíduo inibe as energias desse chakra, desprezando o prazer que sente, normalmente devido às crenças religiosas arraigadas de que sentir prazer é algo impuro, pecaminoso.

Essa inibição é típica de posturas puritanas que buscam negar toda forma de prazer, que atingiram o seu auge na Idade Média e, em menor escala, existem até hoje, devido às crenças religiosas antinaturais, pois, como vimos, o prazer tem origem na sabedoria do Criador da Vida, que o criou para que houvesse a preservação da vida.

Normalmente, essa postura surge após estagiarmos durante muito tempo em busca do prazer pelo prazer, na atual existência, ou em outras experiências de vida. A pessoa sai de um extremo e vai para o outro.

Pessoas que têm essas crenças sentem-se culpadas quando têm prazer, pela necessidade que sentem de serem punidas pelos “pecados” que cometem. Desde o pecado original bíblico, até a crucificação de Jesus e outros pecados particulares inconfessáveis, ligados na maioria das vezes ao sexo, que são cometidos às escondidas ou pelo pensamento, e que são prontamente reprimidos.

Por isso, sentem a necessidade de abolir o prazer de suas vidas, para não errarem mais, como se essa fosse uma decisão acertada. Somente poderemos nos libertar de um problema relacionado ao apego, por meio do desprendimento, que é o uso equilibrado daquilo que antes idolatrávamos.

Quando cultuada sistematicamente, essa aversão pode gerar uma diminuição ou abolição completa do próprio prazer de viver. É o que acontece na depressão que, muitas vezes, conduz a pessoa ao suicídio, contrariando o próprio instinto de sobrevivência.

A gratidão

Os sentimentos essenciais responsáveis pelo equilíbrio é a gratidão. Por que gratidão? É possível viver de verdade sem prazer? O Criador nos proporciona a vida com prazer devido à Sua sabedoria e bondade infinita. Por isso, é fundamental sermos gratos a Ele.

O sentimento egoico responsável pelo desequilíbrio do segundo chakra é a ingratidão. A ingratidão é resultante da rebeldia e do orgulho, enquanto a gratidão é fruto da humildade e da mansidão, porque, para sermos gratos, é fundamental reconhecermos que somos criaturas e seremos sempre criaturas, criadas para a felicidade, para o bem, para o bom e para o belo, a partir de nossos próprios esforços até a perfeição relativa. Reconhecer isso é amar e sermos gratos ao Criador.

Quando, em algum nível, rechaçamos essa condição praticamos a ingratidão, que nos tornará pessoas muito infelizes até que nos disponhamos a mudar de atitude.

 

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