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Você sabia que a pessoa que tem ideias de suicídio no fundo não quer verdadeiramente se matar?

Você sabia que a pessoa que tem ideias de suicídio no fundo não quer verdadeiramente se matar?

Neste artigo, refletiremos sobre a relação entre a depressão e o suicídio, para refletir que aqueles que têm ideação suicida de fato não querem se matar.
Há uma conexão direta entre a depressão e o suicídio.
O suicídio é o auge do estado de rebeldia que a criatura pode se entregar.
É o extremo de um processo, porque a pessoa rebelde visa à punição máxima.
E, como visa à punição máxima, qual é a maior punição, se não a da própria vida?
A pessoa pune a si mesma, os familiares e a sociedade, porque acredita que todos devem estar à disposição dela para satisfazer os seus caprichos.
E, como não estão, ela pune, matando-se.
É claro que existem atenuantes e agravantes a esse gesto, mas sempre encontraremos a rebeldia por trás dessa atitude.
O suicídio é gerado pela ausência de sentido existencial, causada pela rebeldia e negativismo.
Com algumas exceções, o suicídio acontece comumente na depressão grave.
A pessoa vai cultuando os pensamentos depressivos, que se tornam cada vez mais negativos e pessimistas, gerando sentimentos de autodesvalorização e revolta cada vez maior diante da vida.
Chega um momento em que essa revolta se torna tão intensa que a pessoa depressiva deseja a morte, o autoaniquilamento.
Nesse momento, na verdade ele está expressando uma revolta consciente, ou subconsciente, em relação a Deus que o criou.
O seu nível de pseudo-onipotência chega ao auge, fazendo-o crer que pode se autodescriar.
Quando a pessoa tem alguma crença em Deus, pergunta-se por que Deus a criou, por que Ele não acaba logo com a sua vida etc.

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Muitos passam a viver dessa forma, inconformados com a vida, promovendo para si mesmos um suicídio lento, pois a pessoa não o consuma diretamente, mas de forma indireta, na qual o estado depressivo se aprofunda cada vez mais até a morte, geralmente produzida por uma doença somática, secundária à depressão.
Contudo, em sua maioria, as pessoas depressivas têm uma profunda descrença em si mesmas, na vida e em Deus.
Muitos entendem que, matando o corpo, tudo vai se acabar, e mesmo aqueles que acreditam na vida após a morte acham que depois tudo vai ser diferente, o sofrimento vai acabar após a morte.
Devido a essa descrença e rebeldia, lamentavelmente muitos atentam contra a própria vida, matando o corpo pelo suicídio, mas não conseguem matar a vida em si mesmos, tornando, com esse ato de rebeldia, o seu sofrimento ainda maior.
Ao matar o corpo, a pessoa torna o seu sofrimento acerbo, pois os seus problemas, não residem no corpo, mas no espírito que ela é.
Como o espírito continua vivo após a morte do corpo, além dos problemas que já trazia, somam-se aqueles provocados pela morte prematura do corpo.
Porém, analisando-se dentro de uma perspectiva psicológica mais profunda, na verdade a pessoa que tem ideação suicida não quer se autoaniquilar, tampouco matar o corpo, mas matar o sofrimento, que é gerado por ele mesmo.
O problema é que ela tenta acabar com o sofrimento de forma equivocada, criando mais revolta dentro e em torno de si.
Com isso, somente amplia o sofrimento, até chegar a níveis não imaginados por ela própria.
Somente quando a pessoa depressiva se abre humildemente diante da vida é que iniciará a superação de sua revolta, por meio do desenvolvimento da mansidão e humildade de coração, libertando-se das causas do seu sofrimento.
É a isso que a pessoa depressiva deve se esforçar, ou seja, “matar” as causas do sofrimento e não o próprio corpo, porque o espírito é imortal.
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