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Suicídio: Por que não?

Atualmente, muitas pessoas têm pensado em suicídio como solução para os problemas com que defrontam em sua vida. Mas será que, realmente, o suicídio é uma solução? As pesquisas no âmbito da Psicologia Transpessoal demonstram que não, porque a morte simplesmente não existe.

Pesquisadores que trabalham com pesquisas de ponta no campo da Psicologia e da Medicina de vários países têm demonstrado que o ser humano é muito mais do que um corpo pensante. Somos seres espirituais, momentaneamente vivendo em um corpo físico.
Os problemas que trazemos não são do corpo e sim do Espírito. Quando alguém provoca a própria morte pelo suicídio mata apenas o corpo, mas o Espírito continua vivendo com todos os problemas que tentou fugir pelo suicídio.
Uma das pesquisadoras de renome internacional que tem demonstrado essa realidade é a Dra. Helen Wambach, PhD em Psicologia, que fez uma pesquisa sui generis com um total de 1200 pessoas a que ela submeteu à hipnose para saber se essas pessoas já haviam vivido antes e também o porquê de terem nascido. Ela fez a essas pessoas a pergunta: por que você está nascendo? Essa pesquisa foi publicada em dois excelentes livros: Recordando vidas passadas da Editora Pensamento e Vida antes da Vida, publicado pela Editora Freitas Bastos.
Relata a Dra. Wambach que vários pacientes se recordaram de suicídios que fizeram no passado. Um dos casos que ela cita de uma paciente de nome Anna, que fez uma regressão a uma existência acontecida no início do século passado na cidade de Wetfield, New Jersey, EUA. A paciente sentia-se entediada na cidadezinha em que vivia. Estava sempre inquieta e insatisfeita e acabou por se suicidar com um tiro de revólver em 1917.
A paciente descreveu todas as sensações após o suicídio. Ao se ver fora do corpo o pensamento relatado foi: uma sensação de não haver escapado de coisa alguma. Continuei consciente e ainda cheia das emoções de vergonha e confusão que me levaram ao suicídio.
Relata a Dra. Wambach que a paciente relatou após sair da hipnose que se sentia chocada com o suicídio, pois não pensara nele em sua vida atual.
Nas palavras da paciente: “Tenho sido infeliz, às vezes, mas o suicídio nunca me pareceu ser uma solução. Talvez por saber, através dessa vida passada, que ele não resolve coisa alguma.”

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O interessante com a regressão de memória dessa paciente é que a Dra. Wambach a levou pela hipnose várias vezes a essa existência e obteve muitos dados que puderam ser comprovados em pesquisas em bibliotecas da cidade, por meio de jornais da época microfilmados.
Outro pesquisador que trabalha com regressão de memória a existências anteriores é o Dr. Joel Whitton, psiquiatra, professor da Universidade de Toronto no Canadá, que escreveu o livro Vida transição vida: explorações científicas no tempo de transição entre uma encarnação e outra, publicado pela Editora Pensamento.
Uma das conclusões do Dr. Whitton a partir da regressão de memória de centenas de pacientes foi a seguinte:

Os que fracassam repetidamente em superar grandes desafios descobrem que são instados a se colocarem em situações semelhantes até que esses desafios sejam vencidos com sucesso. As pessoas que cometem suicídio são frequentemente tomadas por um sentimento de temor no estágio entre as vidas; elas sabem que devem voltar para lidar com o nível de dificuldade que levou à sua saída prematura do plano terrestre.

A nossa própria experiência com técnica da regressão de memória a existências anteriores demonstra exatamente isso que os pesquisadores vêm comprovando: a morte do corpo não é o fim da vida.
A pessoa que pensa em suicídio deseja, de fato, se libertar do sofrimento em que vivem. Para isso, é fundamental buscar resolvê-los de outra forma porque o suicídio somente irá agravar esse sofrimento e adiar a solução dele, como conclui o Dr. Whitton a partir dos depoimentos que obteve.
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