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Como superar as limitações que nos geram as doenças emocionais

Como superar as limitações que nos geram as doenças emocionais

Neste artigo, vamos refletir sobre como superar as várias limitações que trazemos e que nos geram as doenças emocionais, como a ansiedade, a depressão, o transtorno bipolar etc.

Para lidar com os nossos pensamentos e sentimentos temos três opções: dar vazão a eles, reprimi-los ou transformá-los.

Todas as vezes em que nós dermos vazão aos pensamentos negativos evocaremos emoções, tais como o ressentimento, o ódio, o desejo de vingança, a ansiedade etc.

Todas as vezes em que nós reprimirmos os pensamentos negativos e as emoções primárias, desenvolveremos pensamentos e sentimentos aparentemente positivos, pois com o processo de repressão não há a ressignificação das crenças e a transmutação das emoções negativas e, com isso, desenvolvemos as máscaras.

Quando escolhemos o processo de transformação, ressignificamos os pensamentos subconscientes negativos transformando-os em pensamentos conscientes e equilibrados e transmutamos as emoções primárias, transformando-as em emoções nobres, tais como o amor, a compaixão, a humildade, o perdão, a serenidade etc.

Como podemos superar as limitações para a realização das mudanças necessárias em nossa vida?

Para superar essas limitações é fundamental trabalhar o autoquestionamento a fim de tomarmos contato com as nossas escolhas subconscientes, tornando-as conscientes.

Devido ao condicionamento, ao automatismo subconsciente, tendemos a ter respostas repetitivas e previsíveis aos estímulos do ambiente.

Somos condicionados a fugir de nós mesmos, em um processo de autoengano.

Vivemos voltados para as coisas externas em um movimento de superficialidade, em um processo de vida subconsciente, que nos atrapalha a marcha evolutiva.

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É fundamental buscar a realidade interior para superar a tendência à superficialidade e à fuga do autoconhecimento.

É importante lembrar que, por mais subconscientes que sejam as ações que fazemos ao valorizar as questões superficiais da vida, em detrimento das existenciais e profundas, elas são também escolhas que fazemos a todo o momento.

Simplesmente escolhemos subconscientemente, o que torna essas escolhas automáticas.

É importante observar nossas escolhas no momento em que elas ocorrem para transformar esse automatismo.

O fato de observá-las transforma a ação subconsciente gradualmente em uma ação consciente.

Essa vigilância que passamos a ter conosco para percebermos o que está ocorrendo vai nos auxiliar a transformar os pensamentos subconscientes negativos e limitadores em conscientes e positivos, bem como as emoções negativas em emoções nobres.

É preciso realizar o autoquestionamento a fim de podermos realizar escolhas conscientes, tornando-nos mais vigilantes para nos libertar, assim, de nossas limitações.

O autoquestionamento é base do autoconhecimento.

É uma regra básica, pois se eu quero me perceber enquanto ser devo autoquestionar-me para tomar contato com o ser que eu sou.

Inicialmente, devo perguntar-me: o que quero para minha vida, viver de forma subconsciente em um processo de autoengano ou consciente, buscando o meu aprimoramento constante?

Depois de feito esse autoquestionamento, é fundamental deixar vir a resposta naturalmente.

Contudo, essa resposta não deve ser de forma superficial do tipo sim ou não, mas uma resposta em nível profundo que nos libere do autoengano, no qual dizemos para nós mesmos que queremos uma mudança, mas não nos dispomos a pagar o preço para que a mudança aconteça.

 Portanto, não é válido obter uma resposta superficial em que respondemos que queremos ser melhores, queremos ser felizes, mas esse querer seja da “boca para fora” apenas com base no desejo; esse querer deve ser da “boca para dentro”, aquele que nos leve a uma ação.

Independente da resposta que vier, as próximas perguntas são: Quero usar a minha energia mental de forma consciente a meu favor para me tornar uma pessoa mais saudável emocionalmente, ou não?

Eu quero permanecer repetindo padrões doentios subconscientes ou quero verdadeiramente mudar?

Quais são as consequências da escolha que estou realizando neste momento?

Essa escolha resultará em algo útil que me gere uma mudança para melhor, bem como para as pessoas ao meu redor, dentro do princípio da Lei de Amor que organiza o Universo?

Essas perguntas nos auxiliam a sermos mais verdadeiros conosco, pois nos remetem a tomar consciência de nossas escolhas e do fato de estarmos, realmente, dispostos a um processo de mudança ou não.

Para isso é fundamental a disposição de nos libertar do autoengano, pois de nada adianta dizer que queremos a mudança, pois sabemos dos seus benefícios, mas continuarmos na inércia.

Tudo na vida são escolhas.

Mesmo não fazer escolhas é uma escolha. 

Existem pessoas que dizem que não escolheram sofrer.

Escolheram sim, pois a não realização de ações positivas diante da vida representa uma escolha – permanecer na inércia, cujo resultado é o sofrimento.

Todo esse autoquestionamento vai nos permitir tomar consciência do nosso estado atual, cujos hábitos subconscientes, involuntários nos prejudicam a evolução e o estado de consciência plena que queremos alcançar.

A vigilância interior não deve ser realizada apenas em momentos específicos, mas em todos os momentos.

A prática da vigilância interior é o movimento de você estar sempre se questionando para tomar consciência dos seus pensamentos e sentimentos.

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Você questiona se aquele pensamento ou sentimento é útil e positivo, se é algo que agrega valor.

É essa vigilância constante que nos garante o êxito no processo de mudança para melhor.

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