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Os 3 passos para a transformação interior; saiba como dar cada passo para tornar a sua vida melhor

Os 3 passos para a transformação interior; saiba como dar cada passo para tornar a sua vida melhor

Nesta semana tomamos contato com a história de vida de Sueli, que relatou o seu problema relacionado com a compulsão por compras.

Sueli compra coisas que nunca usa e se endivida, usando cheque especial e o rotativo do cartão de crédito pagando juros altíssimos para pagar as compras que faz por impulso que para ela é irresistível.

Sueli faz promessas para si mesma que vai parar com a compulsão, mas permanece da mesma forma.

Ela diz para si: eu tenho que parar com isso, não posso mais comprar tanta coisa que não uso, comprometendo todo o meu salário com isso.

Sueli fica um período reprimindo os seus impulsos, mas logo volta a fazer compras de coisas que não precisa, apesar de consciente do mal que está fazendo consigo mesma.  

Por isso, vive alternando períodos que se abstém das compras, reprimindo os seus desejos, mas logo a seguir tem uma recaída, pois não consegue se libertar da viciação.

Neste artigo, vamos refletir sobre como Sueli pode iniciar um processo de autotransformação real para se libertar da compulsão por compra.

É fundamental que Sueli entenda que a verdadeira transformação não acontece de forma abrupta, mas gradual.

Não é possível mudar a própria vida exigindo-se essa mudança por meio da repressão de pensamentos e sentimentos.

Toda mudança real envolve o desenvolvimento de virtudes que jamais ocorrerão por meio da autoexigência e sim pela autoconsciência.

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São três passos para que ocorra a transformação interior: informação, formação e transformação.

  • INFORMAÇÃO: Primeiramente, a pessoa que está interessada em tornar a sua vida melhor por meio do processo de autoconhecimento e do desenvolvimento das virtudes é informada sobre a Verdade.

A informação acontece pelo conhecimento da realidade da vida.

Por exemplo, ser informado sobre a presença do código moral de leis na consciência e o convite para desenvolver virtudes para cumprir esse código.

Essa é uma informação importante, mas não gera transformação.

A partir da informação, somos convidados a entrar na próxima fase, que é a formação.

  • FORMAÇÃO: acontece pela reflexão sobre o conteúdo informado, de modo que a pessoa possa internalizar esse conteúdo, por meio de múltiplas reflexões do que ela quer para a sua vida.

É a fase na qual a pessoa vai tomar a decisão consciencial de colocar aquilo que ela aprendeu pelas informações como algo vivo e pujante dentro de si, de modo que faça todos os esforços para praticar aquilo que tomou conhecimento.

Se não houver essa decisão consciencial a Verdade será apenas uma informação a mais que ela obteve, mas como a Verdade é profundamente estimuladora, ela ficará estimulando a pessoa a tomar a decisão consciencial que acontecerá cedo ou tarde.

Na visão da Psicologia Consciencial não há ninguém que em um dado momento não vá se cansar de uma vida sem sentido e decidirá por colocar em prática o código moral de leis para se sentir pertencendo ao Universo, e, com isso, ser feliz.

Portanto, são múltiplos os exercícios realizados por meio de esforços continuados, pacientes, perseverantes e disciplinados para que haja a formação das virtudes essenciais.

  • TRANSFORMAÇÃO: acontece de forma gradual, a partir dos esforços de internalização do conteúdo informado por meio da formação moral.

Quando observada no curto prazo tem-se a impressão que a transformação não está acontecendo.

Para que você possa perceber a transformação ocorrendo deve observar-se em períodos de tempo mais longo, um ano, cinco anos, dez anos…

Se você tem sinceridade de propósitos em seu processo de internalizar as informações por meio da formação realizada por meio do exercício constante das virtudes a transformação acontece de uma forma natural e gradual.

 Quando desejamos uma transformação abrupta devido à exigência de perfeição e ao sentimento de obrigação vai haver, de uma forma subconsciente ou consciente, um processo de autossabotagem dessa tentativa de se obrigar a praticar as virtudes.

Não é possível desenvolver virtudes, obrigando-se, por que ao agir assim você estará afrontando uma das leis do código moral em sua consciência: a lei de liberdade.

O sentimento de obrigação e a exigência de perfeição são sentimentos egoicos que têm a intenção positiva de realizar a ação de praticar as virtudes, mas a direção aplicada à intenção é totalmente equivocada, porque afronta a lei de liberdade.

Para que haja a conexão com a lei de liberdade, você será convidado a exercitar duas virtudes: o sentimento de liberdade e o discernimento para poder fazer a escolha consciencial de se permitir a partir das informações sobre a Verdade, a gradual formação por meio da virtude da reflexão, de modo que a transformação aconteça.  

            Novamente utilizando a analogia da semente, é importante lembrar que você está produzindo um grande pomar com frutos deliciosos e que o cultivo de todas essas árvores das virtudes requer tempo e cuidados constantes, mas que valem a pena serem realizados, pois o resultado será muito gratificante.

Para saber se você realmente está realizando o trabalho de desenvolver as virtudes, é importante fazer uma autoavaliação periódica, analisando-se em diferentes épocas de sua vida com relação à determinada virtude que você está exercitando.

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Pergunte-se como você estava com relação a tal virtude há um ano, há dois anos, há cinco anos, enfim, em diferentes épocas de sua vida, e avalie-se de forma autêntica e verdadeira se a virtude está mais presente em suas atividades diárias.

Se perceber-se exercitando a virtude gradualmente é porque você está no caminho certo, caso contrário analise-se para saber onde estão as falhas para poder corrigi-las.

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